Facebook busca competição direta com Linkedin

     O Facebook invadiu o mercado da Apple com o lançamento de seus vídeos e o desenvolvimento de seus aplicativos de mensagem, o aumento no uso do Instragram, além da criação de laços, até então, duradouros, com Evan Spiegel, criador do Snap. No entanto, o gigante tecnológico se posiciona para diversificar suas operações no ramo de mercado de empregos, tendo como seu maior rival o Linkedin e seu modelo de negócios, que atualmente, é uma força presente no mercado de trabalho visando trabalhadores que buscam por novas, ou já existentes, opções de emprego.      
     O serviço utilizará o software de comunicação  Messenger, permitindo que os candidatos possam se comunicar com as empresas através de aplicações automáticas visíveis aos usuários.  O Facebook tem como objetivo ajudar profissionais a encontrar o próximo passo no desenvolvimento de suas carreiras, com acesso em suas plataformas na web e mobile. No momento, essa nova plataforma se encontra em fase de testes buscando sua optimização final.
     “Estamos focados em construir novos caminhos para facilitar a interação de empresa com esse mais de um bilião de pessoas que vistam nossas  páginas mensalmente. Empresas e profissionais já utilizam o Facebook em suas buscas de emprego, nós estaremos somente adicionando novas ferramentas que irão permitir que todo esse processo possa ser feito através de nossas plataformas,” declarou  Facebook.
     A maior preocupação para muitos usuários seria a integração de suas vidas pessoais e profissionais na mesma plataforma, o que poderia causar um certo desconforto, sendo que onde o Linkedin, já é dominante, O Facebook, completa. E vice-versa.
     Outro ponto importante, também, seria o fato que empregadores poderiam ter acesso direto à vida pessoal dos candidatos e, através de seus perfis, decidir se os mesmo seriam uma boa  contratação ou não para a empresa. O Facebook, por sua vez, demonstra confidência em afirmar que esse não será o caso.
     Por enquanto o serviço será testado nos Estados Unidos e no Canada e, eventualmente, a tecnologia alcançará outras regiões ao redor do mundo.

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